Borracha Pulsômetro

Existe, nos dias de hoje, uma grande quantidade de tipos de borrachas naturais e sintéticas utilizadas na indústria, cada uma com propriedades específicas que as torna ideais para fins determinados. Por serem versáteis e muito resistentes, o uso de mantas de borracha no segmento industrial tende a crescer cada vez, seja em forma de lençóis, placas, pisos, tubos, mangueira, etc.

Aqui, falaremos sobre a borracha sintética pulsômetro, suas características específicas e principais aplicações, além de também analisarmos as diferenças entre borrachas naturais e sintéticas e conhecermos outros tipos de borrachas sintéticas. A intenção é perceber as particularidades de cada borracha e refletir sobre qual borracha é ideal para qual aplicação ou segmento.

Principais características da borracha pulsômetro

            A manta de borracha pulsômetro é principalmente conhecida por sua resistência ao desgaste, compressão e impacto, tornando sua vida útil bastante alta. Suas propriedades são, geralmente, similares às da borracha natural (látex), mas o pulsômetro é mais resistente ao envelhecimento e a temperatura, além de o seu custo de fabricação ser menor. Assim como na borracha natural, suas propriedades podem ser alteradas durante a formulação. Confira outras características do pulsômetro:

Principais aplicações da borracha pulsômetro

            Fabricados em comprimentos, larguras e espessuras diversos, os lençóis de pulsômetro vem com ou sem inserção de telas e podem ser utilizados tanto como componentes de produtos quanto para manutenção destes. Sua excelente resistência a baixas temperaturas torna-o ideal para vedação, isolamento e revestimento de câmaras frias (açougues, frigoríficos, etc), mas, além disso, também é utilizado para diversas outras funções:

Qual a diferença entre borracha natural e sintética?

            A borracha natural, também conhecida como látex, é um líquido espesso, pegajoso e branco, extraído direto de diversas espécies vegetais tropicais. A grande maioria da produção de borracha natural, contudo, é feita pelo látex extraído da seringueira, uma árvore nativa da Amazônia.

O látex nada mais é do que a seiva da árvore, retirada através de talhos feitos no tronco. Após extraída, a borracha natural precisa passar por processos de vulcanização (aquecimento com enxofre) para, então, poder ser utilizada na confecção dos mais variados produtos.

Isto se dá, pois, antes da vulcanização, a borracha natural se demonstra muito dura e quebradiça no frio e muito mole e pegajosa quando exposta ao calor. O enxofre rompe as ligações duplas das moléculas de borracha e forma fontes que ligam as cadeias laterais, aumentando as propriedades elásticas e diminuindo a deformação da borracha, tornando-a perfeita para a fabricação de inúmeros produtos.

Por possuir moléculas maiores e mais pesadas, a borracha natural, após a vulcanização, é considerada mais estável, fazendo com que ela se desgaste menos com o atrito e seja mais elástica, resistindo bem a cortes, furos e rompimentos. Por conta disso, produtos como pneus de avião, luvas cirúrgicas e preservativos, que requerem alto nível de segurança, são obrigatoriamente confeccionados com borracha natural.

Em contrapartida, estas mesmas moléculas que a tornam resistente a atrito e elástica não a tornam apta a contato com solventes e gases, fazendo com que mangueiras de postos de gasolina, por exemplo, não possam ser fabricadas com borracha natural.

É exatamente com esse propósito que surge a borracha sintética, que é derivada de petróleo e obtida durante processos industriais em combinação com diversos outros elementos. Estes tipos de borracha chegam a custar três vezes menos do que o látex e, por possuírem moléculas menores e estrutura mais fechada, são perfeitamente aptos ao contato com solventes e gases.

Tanto a borracha natural quanto a sintética são consideradas elastômetros, ou seja, substâncias que se esticam, se deformam, e voltam ao seu estado inicial em seguida, sem danos ou deformações permanentes.

Outros tipos de borracha sintética

            Além do pulsômetro, nosso assunto principal, existe disponível no mercado uma grande quantidade de tipos de borrachas sintéticas. Confira algumas delas e suas principais características:

Como escolher a borracha ideal para o meu segmento?

            Como já dissemos, cada tipo de borracha demonstra características muito variáveis umas das outras, portanto, para se definir qual a melhor borracha para uma determinada aplicação é necessária análise especializada, que levará em conta fatores como: local/segmento da aplicação, condições do ambiente, se o espaço é úmido ou seco, ácido ou básico, além das necessidades específicas daquele espaço.

            Perguntas como “haverá exposição a gases ou produtos químicos?”; “é necessária resistência a atrito/impacto?”; “precisa que haja baixa absorção de água?”; “haverá contato com eletricidade?”; “qual a temperatura média do ambiente em que a borracha será utilizada?” também são essenciais para esta tomada de decisão.

            Após a definição da borracha ideal, é preciso que o comprador se atente aos laudos de segurança, qualidade, e certificações nacionais (ABNT) e internacionais (ASTM). Quanto mais indicativos neste sentido, mais segura será a utilização da borracha.

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